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    Especial FLIP 2008
    Com Carolina Lara e Jacqueline Lafloufa
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Ao Vivo em: Mim

Minhas conclusões pseudo-alcoólatras
muitas vezes soam sábias:
das gotas de sobriedade são idólatras,
mas e o medo de que acabe-as?
Digo… medo de que acabe as gotas.
Alguém acabe.
Acabe as gotas.
Cabe as gotas.
Cabe-as todas em tanto pensamento.
Mas de uma coisinha eu tenho plena certeza:
é tanta gente falando, tanta ladainha,
são muitos os crivos.
Não sei pra que,
já que a vida é feita ao vivo.

Minhas conclusões pseudo-alcoólatras

muitas vezes soam sábias:

das gotas de sobriedade são idólatras,

mas e o medo de que acabe-as?


Digo… medo de que acabe as gotas.

Alguém acabe.

Acabe as gotas.

Cabe as gotas.

Cabe-as todas em tanto pensamento.


Mas de uma coisinha eu tenho plena certeza:

é tanta gente falando, tanta ladainha,

são muitos os crivos.

Não sei pra que,

já que a vida é feita ao vivo.


“E quando sai em DVD?”, pergunta o idiota.

Morte aos subdesenvolvidos ence-fálicos! Enquanto isso, gargalhemos!

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6 Respostas

  1. Paulaze,

    ficou ótimo esse!
    Devo confessar que gostei mais desse do que do anterior.
    O verso que mais me tocou foi “é tanta gente falando, tanta ladainha”, poque eu bem pude imaginar você declamando. Eu aprendi o real sentido da palavra com você.

    Bjos,
    do seu amigo Ludam.

  2. Realmente Paulo, imaginando vc declamando o poema faz muito mais sentido e fica muito mais legal!

    Ele me faz lembrar de como eu superei uma epoca da minha vida q decidi não beber mais hehehe eu percebi q tinha q beber sim pq qdo bebia me libertava de umas repressões e eu tinha q ver como q era isso pra depois tentar me libertar mesmo qdo estivesse sóbrio 🙂

    E sobre o seu comentário no meu blog:
    Quem vai na frente sempre é apedrejado (primeiro) 🙂

    Q o diga a Maria Madalena! hahaha

    bjão

    Raoni

  3. nossa, pra mim ainda, que fujo da sobriedade e me embanho em discursos, esse texto foi uma promessa de tranquilização nos momentos em que minhas ladainhas não levam a mais nada, e me sinto desamparada. agora, lembrar-me-ei de apenas encerrar as apostas e viver de fato. Parabéns!

  4. Ah, amei! Tem uma cadência deliciosa e é muito bem planejado, bem feito. Enfim, como você canta, por que não musicar seus poemas? Esse já carrega tanta melodia em si… e me agrada, também, seus fortes posicionamentos, você sabe…
    Beijos,
    Ricardo
    aguieiras2002@yahoo.com.br

  5. Paulo,

    Parabéns pela sua dedicação, adorei sua sensibilidade. Avise-me quando tiver novas publicações.

    bjs

    Marluce

  6. Adorei!
    As gotas de sobriedade lembram gotas de cachaça. Gostei do jogo caber/acabar.

    Não sai o dvd mas a gente continua pagando o show! Rsrs

    Obrigado pelos seus comentários sobre o blog!

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