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    Especial FLIP 2008
    Com Carolina Lara e Jacqueline Lafloufa
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Filigranas

Dormi sonos contidos nas costas de um chão desolado. Manchas de chuva e tempo e café. Quanto café derramado pelos dedos trêmulos. Mas agora as cortinas estão abertas, o mundo é uma coisa só, escancarada. É esse amor amadurecido de mulher, é ser mulher – a estrutura óssea é a mesma, os pulmões imperceptivelmente mais cansados. O jogo, porém, é outro. É o jogo de quem já se jogou, todo o momentum soçobrando o corpo, em voluta, convergindo para um milpontos de espaços quiméricos. Insisto em não dizer não.

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5 Respostas

  1. De repente me senti num dèjá vu…

  2. Sabe, na verdade eu colaria todos os seus textos na parede

  3. adoro a palavra momentum

  4. prometemos não só nos elogiar, mas acho que você está cada vez melhor. eu percebo maturidade num texto que fala de maturidade e não pode ser coincidência! quero continuar pra sempre te lendo!

    bjo minha linda!

  5. Depois de não ser mais o tempo, depois de me aninhar no silêncio das imagens…Em verdade, isso é coisa para um futuro, para depois, que agora me falta coragem, que agora ouço o tiquetaquear do relógio com uma calma intransitiva. Depois, percorrerei de outro modo minhas palavras, e posso até ousar ouvir o entre elas, e posso até cultivar os nãos de que sou feito. Por agora, prefiro viver sintaticamente, deixar as vias semânticas em teia. O que mais sou é isso, suvenir de palavras. Suvenir de palavras emitidas por uma boca que não há, senão sendo ela também palavras. Reino da onipalavra? Não, estou tentando configurar a mim mesmo a dimensão onde estou engarranchado.

    Casa Entre Vértebras, de Wesley Peres.

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