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A tecnologia do texto

Recentemente, ao mudar de emprego, me deparei com imprevistos tecnológicos.

Não tive dificuldade de entender os briefings que me passaram logo no primeiro dia, mas quando liguei o PC que tinham me designado, notei que o teclado era de Mac, sem cedilha nem til nas teclas principais. Ok, eu ainda me lembro de algumas combinações da tabela ASCII de cor, como ALT-135 para fazer ç e ALT-161 para fazer í, mas se eu fosse depender da minha memória ou ter que aprender as combinações de teclas para conseguir terminar o texto, estaria perdido. Nada pessoal contra os Macs, mas troquei de teclado na hora.

O teclado foi só o começo. A minha máquina não tinha o OneNote, meu programa favorito para tomar notas de qualquer tipo e também meu xodó escrever textos até duas páginas. Então percebi como estava dependente de algumas tecnologias. Pode parecer que um redator pode sobreviver bem com apenas algumas folhas de papel em branco, lápis e borracha, mas a realidade é mais complexa. O meu computador de trabalho equivale a uma bancada de serviços para um marceneiro. Minha caixa de ferramentas inclui dicionários online, enciclopédias, busca de imagens, informações sobre empresas, negócios, produtos, concorrentes, acesso às pautas e datas de entrega, envio e recebimento de emails entre meus colegas de trabalho. São ferramentas que uso tão naturalmente que nem tinha me dado conta de sua importância.

E para confirmar definitivamente minha dependência, deu pau na placa de vídeo. Meu monitor me fez lembrar do Sandmann, o Homem de Areia de E.T.A Hoffmann. Meus olhos quase sangravam com o esforço de enxergar os detalhes da tela. Quando trocaram a placa, não só as imagens ficaram mais nítidas, eu respirei aliviado e meus textos ficaram mais claros também.

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