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    Especial FLIP 2008
    Com Carolina Lara e Jacqueline Lafloufa
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A criatividade na era digital

Funciona assim: com a internet, as pessoas acham que o processo criativo se desfaz.
É um pressagiando o fim do papel, é outro querendo desligar o “cabo” da internet, alguém se questionando o que faríamos se a energia acabasse… E eu respondo: se a energia acabar, temos as baterias de lítio.

Acredito que ao invés de abominar a tecnologia devemos fazer uso dela de forma conveniente, interessante e inovadora.
Pra quem nasceu na era digital, isso não parece novidade. E é verdade, a tecnologia não é algo tão novo, mas a popularização dela é; muita gente ainda não sabe como aproveitar tudo que o mundo cibernético tem a oferecer. Alguns ainda não acreditam no “ser reconhecido online”, dizem que o reconhecimento só acontece quando se publica alguma coisa em livros, revistas, jornais. Pois eu vou contra a maré.

É possível sim ser reconhecido por realizações no mundo virtual, já que não é o papel que te faz ser valorizado, mas sim suas idéias. E elas podem se propagar em diversos meios, não apenas no bom e velho livro físico. Quer forma melhor de propagar uma boa idéia do que uma enorme rede?
Devemos lembrar que a internet não é apenas uma rede de computadores, é uma rede de pessoas.

Com o Tecno-Cria eu pretendo mostrar o que podemos fazer de criativo com a tecnologia. Como publicar, manter os seus direitos autorais, divulgar e produzir conteúdo relevante e original utilizando o melhor que o acesso ao mundo digital pode nos oferecer.
Porque muitas vezes tudo que nos falta é aquele empurrãozinho.

Todo dia 19 de cada mês, uma dica diferente pra ser criativo no mundo digital.

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9 Respostas

  1. Esse eu vou acompanhar de perto!

  2. Como constantemente tenho lembrado dos pobres e oprimidos faço o adendo de que as tecnologias continuam se popularizando, porém, infinitamente mais entre quem pode bancar isso e menos entre quem precisa bastante também…
    Adorei a idéia de sua coluna, e tomara que a arte virtual possa produzir também pessoas capacitadas à entenderem arte e não ruminarem nomes, à olharem o material criado em primeiro lugar e respeitá-lo. A era talvez aumente muito essa chance…
    Bju

  3. Sem dúvida alguma a Internet veio para ficar, porém devemos ficar alerta com uma necessidade do ser humano, necessidade essa do contato com o próximo. Este canal de comunicação pode proporcionar uma gama de cultura muito maior ao ser humano do que uma televisão, sabendo pesquisar. O grande problema é que muitas pessoas hoje em dia utilizam da Internet para fazer determinadas coisas que não se encaixa nos padrões cibernéticos, como por exemplo, fazer uma amizade, conquistar uma mulher ou homem (não é o meu caso, rs), passear, etc. As pessoas a cada dia que passam (na maioria as crianças e adolescentes) utilizam do computador como uma fuga do mundo, fazendo com que essa criança/adolescente cresça mas com uma mentalidade um pouco imatura do mundo, porque o que nos faz amadurecer é o contato com a vida! Como a Jacqueline citou: “Acredito que ao invés de abominar a tecnologia devemos fazer uso dela de forma conveniente, interessante e inovadora”. Temos que usufruir deste poderoso recurso para agregar conhecimento, ser reconhecido por alguma idéia e/ou algo importante já que os meios comuns de comunicação não proporcionam este tipo de divulgação por um baixo custo como a Internet proporciona.
    A chave do sucesso, utilizá-la de tal forma que agregue conhecimento e cultura para nós tornando-nos pessoas mais cultas e inteligentes abrindo um leque enorme de expansão de idéias e pensamentos, produtos e serviços. Seja bem vinda Internet!
    Um abraço a todos e um abraço em especial para Jacqueline Jacqueline Lafloufa.

    André Bessa Uchôa
    andre@uchoa.net

  4. eu preciso de espaço pra textos que nao existem sem serem escritos a pena e com nanquim, porque nem todos os sentimentos são digitáveis, ou digitalizáveis. nao é uma crítica. a sua tecno-cria é um bebe que me interessa, me assusta e me desespera. no fim das contas eu preciso mesmo dessas questões, quem sabe pra me fazer ver que eu nao preciso relacionar as coisas necessariamente desse meu jeito. De todo jeito, tecno-cria pra que eu possa repensar, recriar e re-‘verbo vindo de um substantivo relacionado à capacidade de tornar alguma coisa concreta através da tecnologia’.

  5. Confesso que acompanharei com lupas. Coluna que fará de mim um ser humano um “tantico” (=tantão) mais informado. Aguardo ansiosa Jacque!

  6. Um leigo à espera “da” Messias…

  7. yeah.

    continuo com o ultrafetiche pelo livro impresso.

    mas em era de RSS, OJS, Google Docs, Netvibes e Pen Drives de muitos gigas, nossas amigas TIC têm muito a ajudar para a criação e difusão de idéias, conhecimento, enfim.

    vamos ver o que vem por aí!

  8. Já disse, a mais criativa.

    e útil, principalmente pra mim…que venero e não compreendo nada do que não tenha aparato do papel.

  9. […] Lafloufa Depois de quase um ano, acredito que todos já estão devidamente familiarizados com a idéia de que a tecnologia não necessariamente desfaz os processos criativos. Se soubermos usar bem, dá pra fazer coisas até melhores, mais legais ou com mais alcance do que […]

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