“Quis o sangue e a incandescência do vinho. Teve o pútrido lodo, a viscosidade do desespero. Suas veias, infectas da lânguida e vil matéria, impunham-se à luz tal como a realidade impõe-se ao indivíduo. Entretanto, mais uma vez a vida suplantou a morte e a inconsciência tornou-se o presente de uma imensidão de passados pressupostos.”
Isabella C. Stangherlin Santucci nasceu em São Bernardo do Campo (SP) aos 12 de Abril de 1988. Ex-quase-arquiteta-arqueóloga, atualmente cursa Estudos Literários na Universidade Estadual de Campinas. Entretanto, dedica-se às palavras desde os 8 anos de idade, quando participou de seu primeiro concurso literário e obteve seu primeiro prêmio. Contista e poetisa nascente, pretende (observe-se bem: é apenas uma pretensão!) trabalhar com Literatura Brasileira, um dia fazer Quadrinhos, estudar na Sorbonne e percorrer estradas mundo afora até chegar à Muralha da China e se sentar ao som de sinos cantantes e de ventos errantes dizendo: “ainda não é o fim”. Aprecia os sussurros, as chuvas e as ventanias, os mares, os ares e os moinhos, as efusões, os colapsos e as respostas. Mas nada do que aqui for dito será resposta. Então, ceticismo e incógnitas subcutâneas seriam talvez uma definição? Não, definitivamente não!
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