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	<title>Comentários sobre Ambidestria</title>
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	<description>um projeto de muitas mãos.</description>
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		<title>Comentário sobre Homenagem às primeiras músicas dos cds por Lívia Figueiredo</title>
		<link>http://ambidestria.wordpress.com/2009/11/15/homenagem-as-primeiras-musicas-dos-cds/#comment-613</link>
		<dc:creator>Lívia Figueiredo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 18:32:26 +0000</pubDate>
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		<description>A minha nerdice sempre tirando a poesia do texto dos outros hehehe</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A minha nerdice sempre tirando a poesia do texto dos outros hehehe</p>
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		<title>Comentário sobre Homenagem às primeiras músicas dos cds por Raoni Duran</title>
		<link>http://ambidestria.wordpress.com/2009/11/15/homenagem-as-primeiras-musicas-dos-cds/#comment-612</link>
		<dc:creator>Raoni Duran</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 18:16:19 +0000</pubDate>
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		<description>Não foi intencional! Eu até pensei em colocar algumas referências no meio, mas daí pensei q ia ser muito matéria da Capricho (piada interna!) e só iam ser as músicas q eu escuto.
Melhor q foi assim, pq daí vc viu músicas q eu nem conheço! :)

bjão!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não foi intencional! Eu até pensei em colocar algumas referências no meio, mas daí pensei q ia ser muito matéria da Capricho (piada interna!) e só iam ser as músicas q eu escuto.<br />
Melhor q foi assim, pq daí vc viu músicas q eu nem conheço! <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>bjão!</p>
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		<title>Comentário sobre Homenagem às primeiras músicas dos cds por Lívia Figueiredo</title>
		<link>http://ambidestria.wordpress.com/2009/11/15/homenagem-as-primeiras-musicas-dos-cds/#comment-611</link>
		<dc:creator>Lívia Figueiredo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 16:10:59 +0000</pubDate>
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		<description>Adorei o texto, e enquanto eu lia algo curioso aconteceu: eu lembrei de várias músicas com títulos de frases, ou palavras que você usou no texto, como:
*chutando tudo: Kick Out the Jams MC5)
*olhar por cima do ombro : Over My Shoulder (Mike &amp; The Mechanics)
*como uma oração: Like a Prayer(Madonna)
*Catedral: mesmo nome (Zélia Duncan)
*Desculpas: Sorry (Madonna)
 e essas foram as que eu lembrei de cabeça...não sei se foi intencional as referências, mas mesmo assim elas funcionaram!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Adorei o texto, e enquanto eu lia algo curioso aconteceu: eu lembrei de várias músicas com títulos de frases, ou palavras que você usou no texto, como:<br />
*chutando tudo: Kick Out the Jams MC5)<br />
*olhar por cima do ombro : Over My Shoulder (Mike &amp; The Mechanics)<br />
*como uma oração: Like a Prayer(Madonna)<br />
*Catedral: mesmo nome (Zélia Duncan)<br />
*Desculpas: Sorry (Madonna)<br />
 e essas foram as que eu lembrei de cabeça&#8230;não sei se foi intencional as referências, mas mesmo assim elas funcionaram!</p>
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		<title>Comentário sobre No vão da escada por Cláudia</title>
		<link>http://ambidestria.wordpress.com/2009/09/01/no-vao-da-escada/#comment-610</link>
		<dc:creator>Cláudia</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 05:09:32 +0000</pubDate>
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		<description>Eu também não estava feliz com o primeiro parágrafo, então o reescrevi. Mudei mais poucas coisas no texto, que ficou assim:

Mais uma vez ela bebia chá no vão da escada – o que é o vão da escada, aliás? Engraçado como a solidão se apresenta sob tão diferentes formas em indivíduos tão parecidos. A dela se tornava palpável naquela caneca cheia de chá fervendo. Já eram quase três horas da manhã e a insônia não a permitia deitar-se, pois odiava rolar de um lado a outro da cama, cada vez que olhava o despertador ao seu lado perdia ainda mais o sono, enfim, simplesmente não fazia sentido tentar, seriam horas perdidas. Nada a fazer. Tentou ouvir música; ela rompia desagradavelmente o silêncio, a melodia quebrava-se em ruídos. Nada a fazer. Melhor beber silêncio no vão da escada. Faria dali sua morada obscena? Talvez. 
Roupas já realmente lhe pareciam supérfluas, e escarrar pela janela nos transeuntes sem nome poderia ser divertido, dá para passar o tempo. Seu marido, entretanto, não a visitaria ali naquele vão, não viria lhe pedir sexo ou ânimo, ele não a acompanhava no vão da escada. Seria obscena sozinha, seria realmente sozinha, e beberia chá à memória do marido ausente. Não, ele não estava morto, nem eles haviam se separado, só já não se preocupavam mais, o companheirismo não chegou até o vão da escada. O passar dos anos a fizera assim, mais desnuda, mais calada, mais sozinha, e a ele o tempo fizera concentrar-se cada vez mais e procurar nunca perder a razão – ou deveria dizer a memória? Ela já não se importava mais se lhe viesse a demência, o que são as memórias, afinal? Quão confiável era a memória sã de seu marido? 
Quando criança, ela se lembrava ainda, gostava de pular gradativamente os degraus da escada, cada vez mais degraus em um só pulo, um dia caiu de boca e enterrou um dos dentes da frente na gengiva. Era de leite, mas fincou-se tão fundo na gengiva que quando o permanente começou a crescer teve de acomodar-se atrás dele, pois não saía por nada dali! Agora tinha três dentes da frente para morder o pão que já não comia. Ele demorou a perceber aquele terceiro dente nela, não entendia como, era tão aparente! 
No começo só de vê-la subir a escada ele a puxava para si, e a despia ali mesmo, no terreno acidentado de degraus. Agora ela passava os dias completamente nua, tomando seu chá que queimava a língua e o céu da boca, e já ninguém lhe procurava. Por vezes pensava em sair dali, vestir uma roupa e encontrar gente, mas só de pensar no peso dos tecidos e das conversas, na dificuldade de explicar o mundo em palavras, perdia a coragem de tentar ouvir as palavras ininteligíveis dos outros, perdia a vontade de deixar seu espaço. As pessoas cansavam-na, e ela também cansava a si mesma, não suportando mais nem a solidão nem a companhia. Escrevia recados na madeira velha da escada.
“Esqueci de lhe dizer que se lembrasse de mim quando eu já não pudesse mais me comunicar com você, e agora é tarde demais para que pensemos um no outro, para que eu tenha palavras minhas que possam ser suas. Agora já não tenho mais um olhar que te explique tudo, e você se esquece de olhar para o vão onde me encontro, e eu me esqueço de chamar você aqui. Quando eu escrevo, eu leio, e ao ler eu me lembro. Lembro que nos escrevemos cartas, que sofremos com a distância, que juramos tantas coisas que já não sei, já não me lembro do que aconteceu depois; de repente eu estava aqui sem nem sentir a sua falta. Já não tenho nada para ler, mas quando eu escrevo eu leio, e quando leio me lembro de você. Você lia para eu dormir... já não durmo há tanto tempo, talvez fosse bom ter você para ler para mim, talvez... eu já não me lembro se gostava, ou se você me entediava até o sono.”</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu também não estava feliz com o primeiro parágrafo, então o reescrevi. Mudei mais poucas coisas no texto, que ficou assim:</p>
<p>Mais uma vez ela bebia chá no vão da escada – o que é o vão da escada, aliás? Engraçado como a solidão se apresenta sob tão diferentes formas em indivíduos tão parecidos. A dela se tornava palpável naquela caneca cheia de chá fervendo. Já eram quase três horas da manhã e a insônia não a permitia deitar-se, pois odiava rolar de um lado a outro da cama, cada vez que olhava o despertador ao seu lado perdia ainda mais o sono, enfim, simplesmente não fazia sentido tentar, seriam horas perdidas. Nada a fazer. Tentou ouvir música; ela rompia desagradavelmente o silêncio, a melodia quebrava-se em ruídos. Nada a fazer. Melhor beber silêncio no vão da escada. Faria dali sua morada obscena? Talvez.<br />
Roupas já realmente lhe pareciam supérfluas, e escarrar pela janela nos transeuntes sem nome poderia ser divertido, dá para passar o tempo. Seu marido, entretanto, não a visitaria ali naquele vão, não viria lhe pedir sexo ou ânimo, ele não a acompanhava no vão da escada. Seria obscena sozinha, seria realmente sozinha, e beberia chá à memória do marido ausente. Não, ele não estava morto, nem eles haviam se separado, só já não se preocupavam mais, o companheirismo não chegou até o vão da escada. O passar dos anos a fizera assim, mais desnuda, mais calada, mais sozinha, e a ele o tempo fizera concentrar-se cada vez mais e procurar nunca perder a razão – ou deveria dizer a memória? Ela já não se importava mais se lhe viesse a demência, o que são as memórias, afinal? Quão confiável era a memória sã de seu marido?<br />
Quando criança, ela se lembrava ainda, gostava de pular gradativamente os degraus da escada, cada vez mais degraus em um só pulo, um dia caiu de boca e enterrou um dos dentes da frente na gengiva. Era de leite, mas fincou-se tão fundo na gengiva que quando o permanente começou a crescer teve de acomodar-se atrás dele, pois não saía por nada dali! Agora tinha três dentes da frente para morder o pão que já não comia. Ele demorou a perceber aquele terceiro dente nela, não entendia como, era tão aparente!<br />
No começo só de vê-la subir a escada ele a puxava para si, e a despia ali mesmo, no terreno acidentado de degraus. Agora ela passava os dias completamente nua, tomando seu chá que queimava a língua e o céu da boca, e já ninguém lhe procurava. Por vezes pensava em sair dali, vestir uma roupa e encontrar gente, mas só de pensar no peso dos tecidos e das conversas, na dificuldade de explicar o mundo em palavras, perdia a coragem de tentar ouvir as palavras ininteligíveis dos outros, perdia a vontade de deixar seu espaço. As pessoas cansavam-na, e ela também cansava a si mesma, não suportando mais nem a solidão nem a companhia. Escrevia recados na madeira velha da escada.<br />
“Esqueci de lhe dizer que se lembrasse de mim quando eu já não pudesse mais me comunicar com você, e agora é tarde demais para que pensemos um no outro, para que eu tenha palavras minhas que possam ser suas. Agora já não tenho mais um olhar que te explique tudo, e você se esquece de olhar para o vão onde me encontro, e eu me esqueço de chamar você aqui. Quando eu escrevo, eu leio, e ao ler eu me lembro. Lembro que nos escrevemos cartas, que sofremos com a distância, que juramos tantas coisas que já não sei, já não me lembro do que aconteceu depois; de repente eu estava aqui sem nem sentir a sua falta. Já não tenho nada para ler, mas quando eu escrevo eu leio, e quando leio me lembro de você. Você lia para eu dormir&#8230; já não durmo há tanto tempo, talvez fosse bom ter você para ler para mim, talvez&#8230; eu já não me lembro se gostava, ou se você me entediava até o sono.”</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Uma Microscopia do Crepúsculo por Tomaz</title>
		<link>http://ambidestria.wordpress.com/2009/11/09/uma-microscopia-do-crepusculo-2/#comment-609</link>
		<dc:creator>Tomaz</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 23:52:47 +0000</pubDate>
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		<description>Finalmente tão bom poema vem a público. Uma contribuição de valor à literatura brasileira contemporânea.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Finalmente tão bom poema vem a público. Uma contribuição de valor à literatura brasileira contemporânea.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Post Inaugural por Jhécka bentes</title>
		<link>http://ambidestria.wordpress.com/2008/11/01/post-inaugural-3/#comment-608</link>
		<dc:creator>Jhécka bentes</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 17:01:08 +0000</pubDate>
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		<description>Concordo com a minha &quot;chara&quot;. ê
Muito bom,mesmo,o seu texto!
(=</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com a minha &#8220;chara&#8221;. ê<br />
Muito bom,mesmo,o seu texto!<br />
(=</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Do Descuido por gaia</title>
		<link>http://ambidestria.wordpress.com/2009/09/06/do-descuido/#comment-607</link>
		<dc:creator>gaia</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 03:38:32 +0000</pubDate>
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		<description>http://www.orkut.com.br/Main#AlbumZoom?uid=8373935924283738892&amp;pid=1252099979709&amp;aid=1252071197$pid=1252099979709</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.orkut.com.br/Main#AlbumZoom?uid=8373935924283738892&amp;pid=1252099979709&amp;aid=1252071197$pid=1252099979709" rel="nofollow">http://www.orkut.com.br/Main#AlbumZoom?uid=8373935924283738892&amp;pid=1252099979709&amp;aid=1252071197$pid=1252099979709</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Passeio por Renato</title>
		<link>http://ambidestria.wordpress.com/2009/02/27/passeio/#comment-606</link>
		<dc:creator>Renato</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 16:10:18 +0000</pubDate>
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		<description>entrevista perdida.. vontade de se sentir útil ao mundo.. trabalhar numa livraria... quem sabe hoje eu não ganhava um beijo?
que delícia!!! ótimas sacadas...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>entrevista perdida.. vontade de se sentir útil ao mundo.. trabalhar numa livraria&#8230; quem sabe hoje eu não ganhava um beijo?<br />
que delícia!!! ótimas sacadas&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre à flor da pele por alinedealvarenga</title>
		<link>http://ambidestria.wordpress.com/2009/10/19/aflordapele/#comment-605</link>
		<dc:creator>alinedealvarenga</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 13:28:09 +0000</pubDate>
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		<description>Eu sou a Aline, Estudos Literários 08.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sou a Aline, Estudos Literários 08.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre à flor da pele por Vivi</title>
		<link>http://ambidestria.wordpress.com/2009/10/19/aflordapele/#comment-604</link>
		<dc:creator>Vivi</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 09:18:38 +0000</pubDate>
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		<description>Quem é você?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quem é você?</p>
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	</item>
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