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	<title>Comentários sobre Ambidestria</title>
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	<description>um projeto de muitas mãos.</description>
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		<title>Comentário sobre Passeio por Renato</title>
		<link>http://ambidestria.wordpress.com/2009/02/27/passeio/#comment-606</link>
		<dc:creator>Renato</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 16:10:18 +0000</pubDate>
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		<description>entrevista perdida.. vontade de se sentir útil ao mundo.. trabalhar numa livraria... quem sabe hoje eu não ganhava um beijo?
que delícia!!! ótimas sacadas...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>entrevista perdida.. vontade de se sentir útil ao mundo.. trabalhar numa livraria&#8230; quem sabe hoje eu não ganhava um beijo?<br />
que delícia!!! ótimas sacadas&#8230;</p>
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		<title>Comentário sobre à flor da pele por alinedealvarenga</title>
		<link>http://ambidestria.wordpress.com/2009/10/19/aflordapele/#comment-605</link>
		<dc:creator>alinedealvarenga</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 13:28:09 +0000</pubDate>
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		<description>Eu sou a Aline, Estudos Literários 08.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sou a Aline, Estudos Literários 08.</p>
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		<title>Comentário sobre à flor da pele por Vivi</title>
		<link>http://ambidestria.wordpress.com/2009/10/19/aflordapele/#comment-604</link>
		<dc:creator>Vivi</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 09:18:38 +0000</pubDate>
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		<description>Quem é você?</description>
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		<title>Comentário sobre Ferramentas úteis para escritores por Camilo Zahar</title>
		<link>http://ambidestria.wordpress.com/2008/07/19/ferramentas-uteis-para-escritores/#comment-603</link>
		<dc:creator>Camilo Zahar</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 20:43:51 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Jacqueline, gostei das dicas. Na verdade acabei chegando no pensamenteando pois estou querendo escrever umas coisinhas - e estou ensaiando.

Acho que o melhor é eu não inventar muito e ir no velho e bom word. Se a coisa for para frente, melhor.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Jacqueline, gostei das dicas. Na verdade acabei chegando no pensamenteando pois estou querendo escrever umas coisinhas &#8211; e estou ensaiando.</p>
<p>Acho que o melhor é eu não inventar muito e ir no velho e bom word. Se a coisa for para frente, melhor.</p>
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		<title>Comentário sobre Pelos Recôncavos por Bruno</title>
		<link>http://ambidestria.wordpress.com/2009/07/08/pelos-reconcavos/#comment-602</link>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 00:35:26 +0000</pubDate>
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		<description>O texto parece uma virgem ninfomaníaca metalinguística. Me gustó mucho.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O texto parece uma virgem ninfomaníaca metalinguística. Me gustó mucho.</p>
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		<title>Comentário sobre No vão da escada por rambo</title>
		<link>http://ambidestria.wordpress.com/2009/09/01/no-vao-da-escada/#comment-601</link>
		<dc:creator>rambo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 06:19:01 +0000</pubDate>
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		<description>com excessão do primeiro parágrafo acredito que você conseguiu desenrolar bem o texto. Essa primeira parte fica um pouco travada, porque, repleta de clichês (a cama solitária, o despertador, a moça que rola de um lado para o outro) e cacofonias (”a insônia não a permitia deitar-se … outro da cama insone”), acabou destoando do corpo textual restante.
Achei interessante a imagem da escada como um ponto de confluência entre passado e presente narrativos. Da forma como você dispôs a personagem nua, aparentemente a escada e a xícara funcionam como uma roupagem de que ela se vale para pensar sua condição. A escrita na escada por sua vez, parece pensar a função da Literatura (”Quando eu escrevo, eu leio, e ao ler eu me lembro”, “Já não tenho nada para ler, mas quando eu escrevo eu leio, e quando leio me lembro de você”) um exercício meta-ficcional que em termos narrativos atualmente tem muita valia, rs.
Ainda assim, essa última inscrição na escada soa pouco natural. Não toda ela, mas principalmente o começo. Em se tratando de uma assinatura num ‘instrumento’ que em certa medida dialoga com a personagem, e talvez destinada a um interlocutor também íntimo, ela poderia ter uma linguagem menos literária e mais cotidiana, não acha? expressões como “agora é tarde demais para que pensemos um no outro, para que eu tenha palavras minhas que possam ser suas” parecem muito pesadas para uma simples anotação na madeira.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>com excessão do primeiro parágrafo acredito que você conseguiu desenrolar bem o texto. Essa primeira parte fica um pouco travada, porque, repleta de clichês (a cama solitária, o despertador, a moça que rola de um lado para o outro) e cacofonias (”a insônia não a permitia deitar-se … outro da cama insone”), acabou destoando do corpo textual restante.<br />
Achei interessante a imagem da escada como um ponto de confluência entre passado e presente narrativos. Da forma como você dispôs a personagem nua, aparentemente a escada e a xícara funcionam como uma roupagem de que ela se vale para pensar sua condição. A escrita na escada por sua vez, parece pensar a função da Literatura (”Quando eu escrevo, eu leio, e ao ler eu me lembro”, “Já não tenho nada para ler, mas quando eu escrevo eu leio, e quando leio me lembro de você”) um exercício meta-ficcional que em termos narrativos atualmente tem muita valia, rs.<br />
Ainda assim, essa última inscrição na escada soa pouco natural. Não toda ela, mas principalmente o começo. Em se tratando de uma assinatura num ‘instrumento’ que em certa medida dialoga com a personagem, e talvez destinada a um interlocutor também íntimo, ela poderia ter uma linguagem menos literária e mais cotidiana, não acha? expressões como “agora é tarde demais para que pensemos um no outro, para que eu tenha palavras minhas que possam ser suas” parecem muito pesadas para uma simples anotação na madeira.</p>
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		<title>Comentário sobre No vão da escada por rambo</title>
		<link>http://ambidestria.wordpress.com/2009/09/01/no-vao-da-escada/#comment-600</link>
		<dc:creator>rambo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 05:28:54 +0000</pubDate>
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		<description>com excessão do primeiro parágrafo acredito que você conseguiu desenrolar bem o texto. Essa primeira parte fica um pouco travada, porque, repleta de clichês (a cama solitária, o despertador, a moça que rola de um lado para o outro)  e cacofonias (&quot;a insônia não a permitia deitar-se ... outro da cama insone&quot;), acabou destoando do corpo textual restante.
Achei interessante a imagem da escada com um ponto de confluência entre passado e presente narrativos. Da forma como você dispôs a personagem nua, aparentemente a escada e a xícara funcionam como uma roupagem de que ela se vale para pensar sua condição. A escrita na escada por sua vez, parece pensar a função da Literatura (&quot;Quando eu escrevo, eu leio, e ao ler eu me lembro&quot;, &quot;Já não tenho nada para ler, mas quando eu escrevo eu leio, e quando leio me lembro de você&quot;) um exercício meta-ficcional que em termos narrativos atualmente tem muita valia, rs.
Ainda assim, essa última inscrição na escada soa pouco natural. Não toda ela, mas principalmente o começo. Em se tratando de uma assinatura num &#039;instrumento&#039; que em certa medida dialoga com a personagem, e talvez destinada a um interlocutor também íntimo, ela poderia ter uma linguagem menos literária e mais cotidiana, não acha? expressões como &quot;agora é tarde demais para que pensemos um no outro, para que eu tenha palavras minhas que possam ser suas&quot; parecem muito pesadas para uma simples anotação na madeira.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>com excessão do primeiro parágrafo acredito que você conseguiu desenrolar bem o texto. Essa primeira parte fica um pouco travada, porque, repleta de clichês (a cama solitária, o despertador, a moça que rola de um lado para o outro)  e cacofonias (&#8220;a insônia não a permitia deitar-se &#8230; outro da cama insone&#8221;), acabou destoando do corpo textual restante.<br />
Achei interessante a imagem da escada com um ponto de confluência entre passado e presente narrativos. Da forma como você dispôs a personagem nua, aparentemente a escada e a xícara funcionam como uma roupagem de que ela se vale para pensar sua condição. A escrita na escada por sua vez, parece pensar a função da Literatura (&#8220;Quando eu escrevo, eu leio, e ao ler eu me lembro&#8221;, &#8220;Já não tenho nada para ler, mas quando eu escrevo eu leio, e quando leio me lembro de você&#8221;) um exercício meta-ficcional que em termos narrativos atualmente tem muita valia, rs.<br />
Ainda assim, essa última inscrição na escada soa pouco natural. Não toda ela, mas principalmente o começo. Em se tratando de uma assinatura num &#8216;instrumento&#8217; que em certa medida dialoga com a personagem, e talvez destinada a um interlocutor também íntimo, ela poderia ter uma linguagem menos literária e mais cotidiana, não acha? expressões como &#8220;agora é tarde demais para que pensemos um no outro, para que eu tenha palavras minhas que possam ser suas&#8221; parecem muito pesadas para uma simples anotação na madeira.</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Macunaíma de Koch-Grünberg por Blimunda Saramago</title>
		<link>http://ambidestria.wordpress.com/2008/04/12/macunaima-de-koch-grunberg/#comment-598</link>
		<dc:creator>Blimunda Saramago</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 18:25:36 +0000</pubDate>
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		<description>Um autor muito sabiamente afirmou que Mário tinha muito de Macunaíma ou Macunaíma tinha muito de Mário, por ser sua criação, mas percebi que a primeira afirmação é mais adequada. Mário tem muito de Macunaima.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Um autor muito sabiamente afirmou que Mário tinha muito de Macunaíma ou Macunaíma tinha muito de Mário, por ser sua criação, mas percebi que a primeira afirmação é mais adequada. Mário tem muito de Macunaima.</p>
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		<title>Comentário sobre Ao Vivo em: Mim por Isbela Trigo</title>
		<link>http://ambidestria.wordpress.com/2009/08/26/ao-vivo-em-mim/#comment-597</link>
		<dc:creator>Isbela Trigo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 02:03:16 +0000</pubDate>
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		<description>Adorei! 
As gotas de sobriedade lembram gotas de cachaça. Gostei do jogo caber/acabar.

Não sai o dvd mas a gente continua pagando o show! Rsrs

Obrigado pelos seus comentários sobre o blog!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Adorei!<br />
As gotas de sobriedade lembram gotas de cachaça. Gostei do jogo caber/acabar.</p>
<p>Não sai o dvd mas a gente continua pagando o show! Rsrs</p>
<p>Obrigado pelos seus comentários sobre o blog!</p>
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		<title>Comentário sobre Do Descuido por Raoni</title>
		<link>http://ambidestria.wordpress.com/2009/09/06/do-descuido/#comment-596</link>
		<dc:creator>Raoni</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 14:58:41 +0000</pubDate>
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		<description>O nojo no final, mas o texto é tão bonito (como as frases sobem umas nas outras e se penduram e fazem um desenho), que o nojo quase fica de lado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O nojo no final, mas o texto é tão bonito (como as frases sobem umas nas outras e se penduram e fazem um desenho), que o nojo quase fica de lado.</p>
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