Pode ser estranho
nada estranho
A mudança para o estanho
Silêncio do castanho
Som do seu cenho
Sonho no moinho
Um sino, logo defino
Vinho de rosa
(Definha)
Falta de glosa
Vinha goza rosa
Vermelho e luz
Amarelo que seduz
Sendo sujeira da cruz
(Tardando a fala)
Pode ser nada estranho
bem estranho
Amarelo vira castanho
Colore a rosa
Estranha manha
Manhã estranha
Nada estranha, estranha nada
Penetra na entranha
A luz na sujeira
Amarela
Entrelinha
Faceira
Limpeza e pureza
Amarelo-gentileza
Arquivado em: Carolina Lara, Multifacetas das Falangetas
Atenção poetas canhotos, destros e Ambidestros!
O Grupo Cria Literária está promovendo um concurso de poesias.
