Rodopio sem parar na minha mente
Como um dançarino de valsa vienense
E no colapso da loucura andante
Desfaço-me em faíscas lancinantes
E seduzo-lhe e sem fôlego, beijo
Envolvido por um êxtase de desejo
Perco-me, desfaleço em seus braços
Sua respiração fora dos compassos
Anseia por me possuir a alma ardente
E me força neste fluxo ascendente
A seguir sem controle da consciência
Agonizando num crime [...]
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