Publicado em Maio 27, 2008 por Mariana Ruggieri
Olhar semi-curvo sobre os presságios do outono. As folhas (algumas) caem, se renovam e renasce, assim, o tempo – espiral entorpecente. O vestido solto balança no vento. Olha. Corre à água e se molha. Vestido branco e molhado modelado ao corpo. Corpo. Corpo. Corpo. Sorri. Nada espera da vida. Vida-azul. Vida-trem. Vida-vidro. Vida-cão. Senta na [...]
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Publicado em Maio 26, 2008 por bellasantucci
Nominais
Realidade difusa
Sem traço sem rua
Nua na chuva
Desce a ladeira.
O piano sem notas
O reflexo na face
Os olhos se fundem
Numa escolha sem data.
Areia no mar
Embriaguez esquecida
Ladeira sem nome
Sem eira nem beira
Nem letra enrustida.
Ramos sem árvores
A ventania crescente
Frases formadas
Escassas de gentes.
O relógio parado:
É hora! Sem tempo.
Desce na ida na vida
Desregrada no centro.
Abra a janela:
É a nua que [...]
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Publicado em Maio 25, 2008 por cazemariano
Por que começar a introdução a uma peça citando Chekhov? Por que, se é uma peça inglesa que representa justamente a “Cultured, Leisured Europe before the war”? Simples: A necessidade de movimento em Chekhov, a falta de movimento no dramaturgo russo. É nessa fonte que Shaw bebe para criar o sue panorama da Inglaterra [...]
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Publicado em Maio 24, 2008 por alguma Carolina
Vários acrósticos que não necessariamente seguem a regra de apenas uma das letras iniciais de um nome regerem o caminho no começo de cada verso. Podem surgir pares de letras que formam o nome, seguido de apenas uma letra que o compõem ou de outro par até, aqui nesse poema. Criação dificultada, não dessa vez [...]
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Publicado em Maio 23, 2008 por andradekaren
“O único que me dói de morrer é que não seja de amor”
Gabriel Garcia Marques
O amor nos tempos do cólera
“Ter medo? De quem terei?
Não da Morte – quem é ela?”
Emily Dickinson
Autora: Josefina Plá
País: Paraguai
Cores: azul, branco e tons terra.
Comida: sopa paraguaia (torta de milho e queijo) e goiabada.
Música: guarânias e polca.
Josefina Plá é a poetisa [...]
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Publicado em Maio 23, 2008 por andradekaren
“O único que me dói de morrer é que não seja de amor”
Gabriel Garcia Marques
O amor nos tempos do cólera
“Ter medo? De quem terei?
Não da Morte – quem é ela?”
Emily Dickinson
Autora: Josefina Plá
País: Paraguai
Comida: sopa paraguaia (torta de milho e queijo) e goiabada.
Música: guarânias e polca.
Josefina Plá é [...]
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Publicado em Maio 21, 2008 por Bruno Mendes
Das gregras Odisséia e Ilíada já ouvimos falar bastante, bem como da posterior e ainda antiqüíssima romana Eneida. As indianas Mahābhārata e Ramayana são menos famosas, entretanto vez ou outra são comentadas. As recentes velhas histórias que agora procuram se encaixar na estante empoeirada entre as ancestrais epopéias são as africanas Pui e Dausi, cantadas [...]
Arquivado em: Bruno Mendes, Na Gringa | Etiquetado: epopéia, literatura africana | 1 Comentário »
Publicado em Maio 21, 2008 por vivianmatsui
É que eu queria saber o nome de todas as estrelas – e isso seria a maior das intimidades com a noite.
Pois talvez mesmo, num ser tão sem graça e cinza, o único brilho fosse nos olhos, a refletir as constelações – porque luz própria já não há.
Mas tão longe. E, inalcançáveis, brilham para tantos [...]
Arquivado em: Ambigauche, Vivian Matsui | 3 Comentários »
Publicado em Maio 19, 2008 por Jacqueline Lafloufa
Apesar do que se imagina, a presença web é algo mais simples do que parece. Mês passado eu questionei o porquê dos leitores que produzem conteúdo não publicarem na web. Possivelmente isso acontece pois existe o mito de que isso é difícil. Mas não é.
A forma mais acessível e simples atualmente é manter um blog. [...]
Arquivado em: Jacqueline Lafloufa, Tecno-Cria | 2 Comentários »
Publicado em Maio 18, 2008 por hermeneutas
Em mais um dia de minha corrida vida acadêmica, estava eu pensando em mais um conflito: até que ponto ler livros atrás de livros (de Literatura ou teoria) tem acrescentado algo em minha vida? Repare de que tipo de livros estou falando, hein! Literatura! Uma das coisas mais humanas e que, como tais, é muito [...]
Arquivado em: Papel do Passado, Werner Garbers | Etiquetado: Amélie Polain/ Poulain/ Passado/ Literatura/ cinema/ F | Deixar um comentário »